quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Análise de um poema

Eu não está contido em amor
Assim como cheiro não contém uma flor
Que não pertence ao reino do teu rosto
Que não tem visão audição
Mas tato e gosto

As ideias dos teus degraus
São nada além de caos
Decalcados sem história e relevância
Apenas frutos de alternância

Como convinha ver
A vós um objeto estudado
Sem filo ou sofia
De um simples retrato

Fui perceber
Um descuido pequena saliência
Que me fez abandonar de vez
Qualquer ciência

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(30-11-15)

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