sábado, 11 de julho de 2015

Barreira

Ergueu-se
e ficou lá
a admirar a gente que passava.
Não gritava,
não batia palmas.
Observava.

Quando da muralha caiu
veio a peste que a cidade
assolou.

Criou garras.
Na muralha mais forte
fincou.

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(06-11-14)

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